 "O Amor platônico, como vemos, está distante do Eros tirano, que nos escraviza às paixões dos sentidos e nos mergulha no abisto da desordem. Não é repressor, não tem ver com sublimação de instintos. É o mais precisos auxiliar daquele que quer atingir a perfeição, pois o movimenta em direção a ela. É úmido, nutriz e poderoso; faz-nos procurar o que nos falta e nos diminui. É nele e por ele que geramos o conhecimento e, por este, nos aproximamos de nós mesmos. O Amor platônico é filósofo porque nos faz ver que a verdade de nossa natureza é procurar. Procurar o saber. O Eros platônico é libertador"
|